No começo dos anos 1980, o Corinthians tinha três jogadores que pouco se assemelhavam ao perfil típico de boleiros. Sócrates era um meio-campista formado em Medicina; Wladimir, lateral-esquerdo, comunista; e Casagrande, centroavante, amante de rock e teatro. Juntos, encabeçaram um movimento que entrou para a história do futebol e da política brasileira: a Democracia Corintiana.