Ele não é daqueles de parar em casa. Se não está em Paris, ou Milão, ou São Paulo, está nas brenhas do País, tecendo novos projetos ao lado de velhas costureiras. O centro do mundo da moda fica em outras paragens, mas ele resiste. Firma raiz em uma casa da década de 1930, protegida de uma Belo Horizonte que teima em erguer arranha-céus ao estilo de Miami. Costuma dizer que ficou em Minas porque é um lugar em que ainda se recebe gente em casa, e ainda se conspira.