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e sua carta pode ser publicada aqui!
ELE
ESTAVA A BORDO
Arthur Miranda, por emeio
Taubaté – São Paulo
12/4/2005
ESPERO
COMO CRIANÇA
Paulo Sérgio Elias, por emeio
13/4/2005
LEITOR
FIEL
Paulo Barbosa, por emeio
13/4/2005
COMANDANTE
ROLIM
Helio Cardoso, por emeio
São José do Rio Preto – São Paulo
23/4/2005
QUALIDADE
E SUCESSO
Braz Campos, por emeio
25/4/2005
ANIVERSÁRIO
Martha Heloisa (leitora assídua),
por emeio
25/4/2005
ANIVERSÁRIO
(2)
Ana Ruth, por emeio
1/5/2005
UM
ANTÍDOTO FORMIDÁVEL
Maria Imaculada Sáenz, por
emeio
9/5/2005
QUE
HISTÓRIA É ESSA?
Veronica Vasconcelos, por emeio
14/5/2005
PAULO
FREIRE
Nita Freire, por emeio
29/5/2005
EDIÇÃO
DE MAIO
Isabel Rodrigues, por emeio
5/6/2005
NOVO
LEITOR
Luciano, por emeio
14/6/2005
ESTRANGEIRISMO
José Villar Neto, por emeio
15/6/2005
MARIO
MANTOVANI
Engº Agrº Luiz Carlos Bonan,
por emeio
Vargeão – SC
16/6/2005
OPORTUNIDADE
William Cardoso, por emeio
11/7/2005
LÁGRIMA
Guilherme Martini Bedran, por emeio
12/9/2005
ELE ESTAVA A BORDO
Cheguei ao aeroporto de Recife meio atrasado, e antes de
fazer o check-in no balcão da TAM ouvi uma voz de alguém
que desembarcava: “Ele estava a bordo, ele estava a bordo!”.
Minha pressa me impediu de prestar atenção
ao alerta.
Já a caminho do portão de embarque
ouvi a mesma voz dizendo: “Não vi a paisagem de Recife,
não comi meu lanche, tudo por causa dele, ele estava a bordo!”.
Fiquei curioso, mas minha timidez e a pressa
de embarcar me impediram de perguntar, pois nos alto falantes do
aeroporto ouvia-se o aviso: “TAM vôo 9755 com destino
à São Paulo, embarque imediato no Portão 10,
última chamada!".
Embarquei rapidamente. A viagem durou aproximadamente
três horas. Não vi a paisagem de Recife, não
fui ao banheiro, não lanchei, sequer reclinei a poltrona,
tão hipnotizado e encantado que estava que não percebi
a chegada em Congonhas. Foi então que me lembrei do alerta
daquela voz no aeroporto de Recife: “Ele estava a bordo, ele
estava a bordo!”.
Só que no momento ele está em minha
casa, viajando de mão em mão entre meus familiares.
É isso mesmo, o seu, ou melhor, o nosso Almanaque de Cultura
Popular. Conhecê-lo valeu a viagem.
Ainda bem que seu criador, apesar das dificuldades,
não abandonou o seu sonho e jamais arredou pé dos
seus ideais, como nos informa o editorial do Almanaque.
Os que não acreditaram nesse seu projeto
a seis anos hoje em dia devem estar babando e muito arrependidos...
bem feito.
Arthur Miranda, por emeio
Taubaté – São Paulo
12/4/2005

ESPERO COMO CRIANÇA
Caro Elifas,
Li seu editorial "chorativo"
deste último Almanaque e pensei de que forma podia lhe encorajar
a continuar na luta. Meu perfil, aparentemente, é parecido
com o seu pois, quando abraço uma causa na qual acredito,
teimo, teimo como um burro véio até morrer, se for
preciso.
Lembrei da passagem bíblica
lindamente descrita por Camões neste lindo poema abaixo.
Está certo que
as nossas causas não são tão preciosas como
a imaginada: Raquel. Mas como provavelmente tenho, você já
deve ter a sua. Valerá a pena lutar além dos seis,
sete e, se preciso for, outros sete anos como Jacó até
conseguirmos realizar a nossa missão.
Como no seu conto do Beija-flor
eu posso dizer que estou fazendo minha parte nesta sua batalha,
pois sou assinante e quero aproveitar para parabenizar a você
e toda sua equipe pelo excelente Almanaque que a cada mês
espero como criança a chegada da nova edição.
Um abraço e sucesso na empreitada.
Poema de Camões
Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
Mas não servia ao pai, servia a ela,
E a ela só por prémio pretendia.
Os dias, na esperança de um só
dia,
Passava, contentando-se com vê-la;
Porém o pai, usando de cautela,
Em lugar de Raquel lhe dava Lia.
Vendo o triste pastor que com enganos
Lhe fora assi negada a sua pastora,
Como se a não tivera merecida;
Começa de servir outros sete anos,
Dizendo: – Mais servira, se não fora
Para tão longo amor tão curta a vida!
Paulo Sérgio Elias, por emeio
13/4/2005

LEITOR FIEL
Amigos,
Sou leitor do Almanaque Brasil desde o primeiro número.
E a cada momento sou agraciado com estas pérolas
do jornalismo independente. Por exemplo, esta surpreendente: Que
Historia é Essa?
Muiiiito Obrigado !
Elifas e equipe, continuem firme, sempre estive com vocês
nessa luta.
Baitabração
Paulo Barbosa, por emeio
13/4/2005

COMANDANTE ROLIM
Prezado Elifas,
Tempos atrás, estava eu e meu irmão numa loja concessionária
de automóveis, aqui em Rio Preto, quando vi entrar um senhor
cuja fisionomia era bastante familiar. Mais tarde confirmei com
o vendedor, era o Comandante Rolim em pessoa.
Uma pena, poucos meses depois veio a notícia de sua morte.
Mesmo sem ter conversado com ele, fiquei honrado pela situação
de apenas ter visto aquele personagem que eu muito admirava pelo
seu senso de "qualidade", quesito até hoje em evidência
na TAM.
Helio Cardoso, por emeio
São José do Rio Preto – São Paulo
23/4/2005

QUALIDADE E SUCESSO
Li a revista num vôo TAM e achei maravilhosa a idéia,
já fiz o pedido de uma assinatura.
Parabéns pela idéia e qualidade editorial, sucesso!!!
Atenciosamente,
Braz Campos, por emeio
25/4/2005

ANIVERSÁRIO
Parabéns pelos 6 anos de pura informação, cultura,
prazer e emoção.
Gosto de mais do almanaque.
FELIZ ANIVERSARIO!
Martha Heloisa (leitora assídua), por
emeio
25/4/2005

ANIVERSÁRIO (2)
Caro Jornalista Elifas
CORAGEM!
Antes de tudo quero parabenizar toda equipe do Almanaque Brasil
e dizer que uma das grandes alegrias que sinto ao embarcar na TAM
é encontrar o Almanaque. Confesso que leio com imenso prazer
e levo para casa para que outros possam ter a oportunidade de ler.
Sei que precisam de coragem, mas continuem...levem avante a agradável,
leve histórica e rica revista. Gosto de tudo, o Memórias
do Comandante leio com prazer, saudade e alegria, pois numa viajem
que fazia Brasília-Belém, tive um imenso prazer de
conhecê-lo servindo as deliciosas balas e como não
o conhecia, tive uma imensa surpresa de alguém falar ser
o Comandante Rolim. Nas minhas orações sempre rezo
por ele, pois reconheço com gratidão ter sido um homem
apaixonado pelo Brasil.
Parabéns para todos e CORAGEM!
Saudações
Ana Ruth, por emeio
1/5/2005

UM ANTÍDOTO FORMIDÁVEL
Caro Elifas
Mês passado, lá estava eu, fazendo
uma viagem de negócios para Cuiabá, via Rio/SP/Brasília.
Pensei que fim de mundo, meu Deus!! Estava para variar estressada.
A viagem em si já era dura. Fiquei ainda mais estressada
porque viajei numa terça-feira, e na quinta-feira era feriado
e eu ainda não tinha conseguido a confirmação
de volta para o Rio.
No aeroporto, achei que ao colocar o meu tampa
olhos, relaxaria (que para variar, esqueci). Ledo engano. Amaldiçoei-me
por não ter comprado nenhuma revista, como sempre faço.
Vasculhei a bolsinha, tipo bolsa de canguru a minha frente, desesperada
por uma revista. Não achei nenhuma perdida, para me consolar.
Aí encontro a Revista BRASIL – Almanaque
de Cultura Popular. Preconceituosa que sou, pensei: mas que droga
!!!!!! Sem nada para ler, estressada como mencionei acima, resolvi
folhear a revista e comecei lendo o primeiro conto que foi justamente
“Memórias do Comandante”, por Elifas Andreato.
Prezado Elifas, fiquei totalmente pasma, adorei,
admirei sua cara de pau, sua força, sua grandeza, sua coragemmmmmmmm
!!!!!! Sou assim também, cara de pau, corro atrás
mesmo. “A vida também me castigou bastante, Caro Elifas,
mas aqui continuo eu, firme e forte, pronta para outra “porrada”,
como se diz !!!
Mas, cá entre nós, fui aos pouquinhos
lendo os outros contos. Adorei todos, mas não tanto quanto
o seu. Gosto de escrever. No avião, fiquei imaginando, o
que escreveria para ti. E ao enfrentar o figurão com quem
eu me reuniria no outro dia, coloquei meu salto alto, incorporei
Elifas Andreato, e sai da reunião, bem “macha”
!!!
Prezado Elifas, se existissem outras pessoas como você e eu
(já deu para perceber a minha pretensão nas entrelinhas),
não é ??? Mas, Caro Elifas, bem cá no pé
do ouvido, se existissem mais pessoas como nós, o Brasil
não estaria com esta “sanha de desavisados, detratores
e desanimados”, não é mesmo ???
Parabéns novamente Elifas Andreato e desculpe
a minha arrogância, meu preconceito. VOCÊ PODE TER A
CERTEZA DE QUE CONQUISTOU UMA FÃ e que quando viajar não
preciso de nenhuma revista, apenas BRASIL – Almanaque de Cultura
Popular, by Elifas.
Atenciosamente,
Maria Imaculada Sáenz, por emeio
9/5/2005

QUE HISTÓRIA É ESSA?
Olá!!! Caros amigos do ALMANAQUE BRASIL, eis que nas minhas
garimpagens internéticas descubro este tesouro de revista...
Sorte a minha... Parabéns pelo trabalho de vocês...
Sobretudo pela seção QUE HISTÓRIA É
ESSA?, de Joel Rufino dos Santos, cuja descoberta pra mim também
é recente, mas intensa... Tenho lido alguns materiais deste
historiador e cada vez que leio algo novo me apaixono cada vez mais
por ele...
Que exemplo... Se fosse
possível, pediria humildemente aos senhores me enviassem
a seção supracitada com seus artigos para meu e-mail...Aliás,
como faço para receber a revista completa??? Certa de que
lerão este humilde e-mail e de que o responderão em
breve, agradeço desde já. Avante com esse trabalho
maravilhoso.
Veronica Vasconcelos, por emeio
14/5/2005

PAULO FREIRE
Srs. Redatores e Editores do Almanaque de Cultura Popular Brasil.
Venho não só como viúva de Paulo Freire, mas
também como colaboradora de seus últimos livros e
sucessora da sua obra, parabenizá-los pela matéria
sobre meu marido publicada na edição de maio de 2005.
Sobretudo, quero agradecer pela matéria que contribui para
a perenização dele e de sua práxis.
Em tão pequeno espaço Luiz Ribeiro
pode dar uma visão bem grande de quem foi o educador-político
Paulo Freire. Pederia licença, sem querer desmerecer o belo
esforço de vocês todos, que Paulo tinha recebido até
a sua morte 34 títulos de Doutor Honoris Causa de universidades
do Brasil, da Europa e das Américas, e eu recebi em seu nome,
entre 1997 e 2005, mais 5 títulos, perfazendo um total de
39 dessa honraria do mais alto grau acadêmico.
Com minha gratidão.
Atenciosamente,
Nita Freire, por emeio
29/5/2005

EDIÇÃO DE MAIO
Prezados Senhores,
Toda a edição de maio/2005 está primorosa,
o que só faz reforçar a qualidade de Brasil e o serviço
que presta ao país. Trata-se de uma publicação
de qualidade, que ressalta nossos valores culturais e faz com que
tenhamos coragem de acreditar na educação e na cultura
como fatores de transformação social.
Oxalá, todos aqueles que se detêm em tão agradável
leitura percebam que o almanaque não é apenas um "entretenimento
leve" para quem quer "matar o tempo" quando de uma
viagem em avião! E que valorizem realmente o que se produz
no Brasil!
Em especial, parabenizo-os pelos artigo especial sobre os brinquedos,
a entrevista com o professor Pasquale - quem dera que as pessoas
se dessem conta de que a língua é nosso grande patrimônio!...
- e a coluna "Ilustres Brasileiros", destacando Paulo
Freire.
Continuem prestando tamanho serviço ao nosso país,
tão carente de iniciativas em prol da cultura!
Atenciosamente, meus melhores votos,
Isabel Rodrigues, por emeio
5/6/2005

NOVO LEITOR
No último dia 6/6, estava eu numa sala de espera (para consulta),
de uma clínica urológica na cidade de Jahú.
Uma as revistas, sobre a mesinha, chamou-me atenção,
já que nunca tinha ouvido (e nem visto), falar da revista
Almanaque Brasil. Rapidamente peguei-a e passei a lê-la. Que
satisfação, que leitura gostosa, e como não
poderia de ser, fui até o fim da leitura. Me senti recompensado.
Tanto que hoje, 14/6, já em casa, na cidade Mococa-SP, entre
no site da revista e já enviei meu e-mail para receber, via
internet, algo mais sobre esta sensacional.
Uma pessoa tão conhecida e famosa como Elifas Andreatto,
não poderia estar de fora. Parabéns.
Seu novo leitor,
Luciano, por emeio
14/6/2005

ESTRANGEIRISMO
Caros Redatores.
Sou assinante e entusiasta leitor dessa Revista. Nunca perco a oportunidade
de recomenda-la a parentes, amigos ou simples conhecidos. Não
há como fugir do lugar comum "vocês estão
de parabens..."
Há muito venho desejando escrever-lhes
sobre algo "pelo menos esquisito", como bem disse o consagrado
Professor Pasquale Cipro Neto em sua interessante entrevista do
mês passado.
Antes, entretanto, devo fazer um parêntese,
para que não me julguem, desde logo, um anglófilo
ou coisa parecida. (Nada me constrange mais do que ver, a cada instante,
por este país afora, o uso de termos estrangeiros por casas
comerciais ou eventos afins, como se não tivessemos nós
palavras que expressem o que esses energúmenos querem comunicar)
Reconheço que a cada dia surgem
termos novos em todos os idiomas e que, as vezes, se torna difícil
encontrar, de imediato, o termo equivalente em nossa língua.
Neste caso, por que não fazer como
já foi feito com algumas palavras inglesas como "foot-ball",
"volley-ball", "cow-boy", "whisky",
etc.?
Estas palavras são escritas em português
como são pronunciadas em inglês, isto é, futebol,
volibol, caubói, uísque, etc., como Vocês sabem
mais do que eu. Então, por que não escrever em português
"e-mail" e "site" como elas são pronunciadas
em inglês? Assim, pelo menos, aqueles que desconhecem o idioma
bretão, falariam de maneira menos incorreta (admitindo que
isto exista). Agora, "e-mail"por emeio e "site"
por sitio, é mesmo muito esquisito.
Portanto, tomo a liberdade de sugerir que
"e-mail" seja escrito em português _imeil_ e "site"
assim: _saite_.
Finalmente, o argumento contrário
de que as palavras sugeridas não estão ainda incluídas
no vocabulário português, não é ponderável,
já que aquelas até agora usadas, também não
estão.
Atenciosamente,
José Villar Neto, por emeio
15/6/2005

MARIO MANTOVANI
Prezados Senhores.
Primeiramente quero parabenizá-los pela
excelente publicação.
Com relação à entrevista
com o Sr. Mário Mantovani, gostaria apenas de dizer que o
povo catarinense e especialmente nós da região Oeste
do Estado não estamos contra a criação dos
parques na região, apenas contestamos a maneira como querem
implantar a Área de Proteção Ambiental, que
abrange 12 municípios, alguns em sua totalidade, como é
o caso do meu município Vargeão. Acreditamos que é
possível chegarmos ao entendimento, pois todos somos favoráveis
a preservação daquela que é um símbolo
da região que é a Araucária.
Concordamos também com a sua colocação
quanto as RPPN. Parabéns ao trabalho do Sr. Mantovani junto
à SOS Mata Atlântica, e parabéns ao Almanaque
Brasil.
Cordiais Saudações,
Engº Agrº Luiz Carlos Bonan, por
emeio
Vargeão – SC
16/6/2005
OPORTUNIDADE
Gostaria de parabenizá-los pela Beleza, simplicidade
e atração da leitura que o Almanaque Brasil nos traz.
Em junho de 2000, fiz uma viagem aos EUA, e de Brasília para
São Paulo fui de TAM. Ao buscar algo para minha leitura me
deparei com a revista. Comecei a ler e fui enriquecido com algumas
matérias. Principalmente... Você Sabia? Obrigado, parece
ser estranho depois de tanto tempo reconhecer isso, mas foi a falta
de oportunidade que não me permitiu fazê-lo antes.
Abraços,
William Cardoso, por emeio
11/7/2005
LÁGRIMA
Prezado Elifas Andreato,
É sempre com prazer que viajo com o seu Almanaque de Cultura
Popular a bordo. É um colírio para nossos /olhoscérebros./
A edição de setembro, com aquela linda gotalágrima
na capa, marcou pela emoção com aquele editorial.
Abraços,
Guilherme Martini Bedran, por emeio
12/9/2005
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