No Rio São Francisco navega o vapor / que navegou no Mississipi, canta Edvaldo Santana em Variante, do disco Amor de Periferia (2003).
Mãe de todos os orixás, a mais popular e mais procurada entidade do candomblé. Dia dois de fevereiro é dia de festa no mar, diz a música de Dorival Caymmi, homenageando Iemanjá.
Sérgio Guerra nasceu no Recife. Fotógrafo e publicitário, iniciou carreira no Rio. Em 1997 foi contratado para missão que lhe mudou a vida: cuidar da comunicação e propaganda do governo de Angola. E se apaixonou pelo país africano.
No Espírito Santo todo mundo sabe o que explica a cozinheira Mara Fernandez Soares, da praia de Ubu, em Anchieta: “A panela de barro é o segredo para o sabor especial da moqueca capixaba”. Apenas dessa maneira o caldo engrossa naturalmente. Além disso, vai do fogão direto para a mesa – um verdadeiro troféu da [...]
1947. Nico Rosso, italiano de Turim, muda para o Brasil com a família: mulher e dois filhos. Com 37 anos e grande experiência nas artes gráficas, veio contratado para dirigir o departamento de artes da Editora Brasilgráfica.
São Paulo, 1880. Surgem indústrias. Chegam imigrantes europeus. Em 1895, dos 130 mil habitantes, 71 mil eram estrangeiros. A grande massa é formada por italianos, e nas ruas ouve-se mais a língua deles que a nossa.
Junho de 1977. Delegado de Cabo Frio, Rio de Janeiro, se explica à Secretaria de Segurança Pública após lavrar auto de prisão: “suspeitamos que seja mensageiro da subversão”.
Hotel de luxo em São Paulo barra Katherine Dunham, bailarina negra norte-americana. Escarcéu na imprensa. Estava posto o pano de fundo para a criação da primeira lei que combatia a discriminação racial.
Nos anos 1940, com pouco mais de 20 anos, Isaura Garcia estava entre nossas mais importantes cantoras. O apresentador Blota Júnior chamou-a de A Personalíssima, pela originalidade que lhe deu destaque nacional, alcançado apenas por cantoras do Rio de Janeiro.
Após conquistar a Copa de 1970 no México, sagrando-se tricampeã mundial, a seleção brasileira recebeu diversas homenagens pelo País. Uma, porém, causa polêmica até hoje. Com dinheiro público, o então prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, presenteou cada jogador com um Fusca, coqueluche da indústria automobilística nacional da época. Foram 25 veículos que, em valores [...]