|
109 - Maio de 2008
Preser
var a memória é preser var a nós mesmos
Desde as vésperas de seu aniversário
de 30 anos, a TAM vem investindo na construção de seu acervo institucional.
O primeiro passo dessa jornada se deu com a elaboração do livro
Álbum de Família – Memórias da Nossa Gente, publicado em 2006, e
que reunia cerca de 50 depoimentos de colaboradores da TAM, contando
sua íntima relação com a companhia. Desde então, a empresa vem trabalhando
pesado para reunir e sistematizar os documentos que registram parte
de sua história, em um projeto desenvolvido pelo Centro de Memória
Digital TAM. Ao longo do último ano, foram analisados mais de 140
mil documentos. O processo envolve ainda a restauração de fotos,
documentos e objetos, como medalhas e estatuetas. Parte desse acervo,
que inclui correspondências internas, troféus, uniformes e registros
dos menus servidos a bordo ao longo de 30 anos de história, foi
disponibilizado para os colaboradores em março. E já a partir do
início de maio todo esse acervo poderá ser acessado livremente no
site da TAM. Nessa primeira fase são apresentados cerca de 30 mil
documentos. Coordenado pela empresa paulistana Espaço Conhecimento,
o projeto envolve ainda a difusão da importância da preservação
do acervo histórico, tanto para os colaboradores da empresa que
lidam com documentos, quanto para escolas municipais que têm participado
de oficinas sobre o assunto. E, apesar de se constituir hoje no
maior acervo de memória institucional do País, o trabalho está longe
de terminar. A projeção é que, até o fim de 2008, aumente em 500%
o número de documentos disponibilizados ao público. Além disso,
no mesmo período, mais de três mil colaboradores darão depoimentos
sobre a empresa. A intenção é que todos os 22 mil funcionários da
TAM sejam ouvidos. A iniciativa vem em consonância com o novo posicionamento
de marca e mercado da TAM, e solidifi ca os princípios do fundador
da companhia, Comandante Rolim Adolfo Amaro, morto em 2001: “Preservar
a memória é preservar a nós mesmos”.
50
anos de bossa nova

Em 2008, a bossa nova completa 50 anos.
Para reavivar a importância do gênero musical brasileiro com maior
infl uência no cenário mundial, uma grande exposição no prédio da
Fundação Bienal, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, pretende lançar
novas luzes sobre o movimento inaugurado por João Gilberto com a
gravação de Chega de Saudade. Mais do que se ater à produção musical,
a exposição Bossa 50 pretende celebrar a modernidade e a sofi sticação
da bossa nova em um projeto múltiplo, que envolve moda, história,
arquitetura, vídeo e artes visuais. Entre os curadores do projeto,
estão o estilista Ronaldo Fraga, o músico e pesquisador Charles
Gavin e o jornalista Fernando Faro. Bossa 50 é uma iniciativa da
Rádio Eldorado, patrocinada pela Porto Seguro.
Capoeira
angola no parque
Neste mês, acontece no Parque da Água
Branca um evento que traz mestres da capoeira angola para São Paulo.
A arte afro-brasileira será objeto de discussão com palestras, ofi
cinas e, claro, muita capoeira. Saiba mais: www.angoleirosimsinho.org.br
Aproveite
este balcão para mandar sugestões. Valem desde notícias de projetos culturais
a informações sobre editais: armazem@almanaquebrasil.com.br
O Armazém está de portas abertas.
|